Todo mundo tem uma mãe - ou pelo menos já teve.
Gosto muito da poesia Para Sempre, do Drummond, que nos fala simples e sabiamente do desejo que temos de eternização das nossas mães.
Tive a oportunidade preciosa de ter uma mãe dedicada, que me levava à escola, que me deu palmadas, me ensinou a rezar, a obedecer aos mais velhos. Minha mãe me ensinou a me cuidar e a me importar sinceramente com as outras pessoas. Sou uma pessoa privilegiada pela mãe que tive.
Sinto tristeza pelas pessoas que não conheceram suas mães. Infelizmente a vida não é tão fácil para todo mundo. É uma pena que não haja tantas mães que ainda ensinem seus filhos a rezar, a ter obediência, a cuidar dos outros. São poucas as mães que levam seus filhos à escola, que conhecem as outras mães dos colegas de sala de aula, que podem ainda sentar com seus filhos para examinar o caderno da escola.
A vida moderna nos imprime um ritmo um tanto predador: corremos atrás do dinheiro para o conforto do nosso lar. Muitas mães fazem parte desta corrida e, por circunstância das obrigações, não têm como acompanhar os momentos mais preciosos das vidas dos seus filhos. Inevitavelmente esses filhos vão crescer e talvez nunca saibam o que é dormir à tarde, mesmo que obrigados, abraçados com a mãe depois de tomarem um mingau de Maizena coberto com canela em pó.
Obrigado mãe por tantas lembranças boas.
Uma amiga perguntou aos filhos, 2 moleques gêmeos com 5 anos de idade, se ela era uma boa mãe. Eles disseram que não. Ela perguntou o motivo e os meninos disseram que ela não jogava futebol com eles.
ResponderExcluirEntão ela se tocou que estava deixando de passar mais tempo com eles devido aos estudos e trabalho redobrado para poder ter condições de dar uma vida melhor para eles.
Hoje compreendo que mãe não erra nunca. A questão é que ela ama demais.